domingo, 6 de maio de 2007

De nada se escreve sem motivo sem remetente sem assunto.
Apenas uma mão que se mexe que saltita tendo a sorte de em seus dedos segurar uma registadora de histórias de momentos únicos que nos permite gravar para sempre para toda a eternidade mais inútil a mais gloriosa vivência, que nos permite ter conhecimentos fantásticos que nunca chegariam a nos sem tal hipótese de registo.
Impões teus tons com firmeza impões em nós poder. Do nada te usamos, nem valor te damos, contudo de ti precisamos, regista com pequenos saltitos, registra e impõe teus tons, pois do nada se escreve do nada gravamos glorias. Mexe te e lembra o poder a ti imposto.

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